Boooooooooooooooring

No começo ser mainstream era cafona. Curtir as músicas que tocam no rádio, usar Internet Explorer como navegador, ter PC, frequentar as baladas da moda, comer em rodízio de sushi… nego que confessasse o gosto por um desses itens era imeadiatamente tachado de ‘povão’ – e nunca ‘povão’ teve tanta pecha negativa como nessa época.

O lado B de todo mundo, de repente, tinha que ser lado A.

excecao

E lá vamos nós perder um tempo do caralho caçando aquelas bandas mega obscuras no MySpace,com meia dúzia de músicas mal gravadas. E lá vamos nós aprender a mexer no Linux só para não fazer feio usando coisa da Microsoft. E comer comida indiana. E festar em moquifos absolutamente desconhecidos no cafundó-do-judas, com espaço para 25 pessoas, sem ar condicionado e com cerveja quente. E toca comprar roupa de brechó, resgatar LP poeirentos dos pais, viajar para aquele canto do globo que não consta nem do Google Maps.

Daí, se tu curtia a Shakira não dava nem pra baixar o último disco, tinha que ouvir no YouTube bem amoitadamente e depois ainda apagar o histórico e os cookies do computador, para não deixar pista nenhuma. 

Não podia comer McDonald’s.

Não podia assistir a ‘Marley e eu’.

Não podia ler a Veja.

Não podia gostar de micareta.

Não podia ver Jornal Nacional.

Não podia ter Orkut, tinha que ter Facebook.

Veja bem, é lógico que tu pode fazer o que te der na telha e o resto do mundo que se foda. Mas sempre que alguém preferia algo mais popular, era rodeado de caras de nojo, olhares acusadores e um milhão de perguntas cheias de atitude e querendo pagar de descoladas. Era tão opressor que todo mundo virou alternativo.

Oi? Todo mundo virou alternativo? Sim. E assim, ser alternativo ficou mainstream e, como ninguém quer ser mainstream, o sonho de consumo agora é ser ‘povão’.

Experimenta hoje falar que detesta qualquer edição do Big Brother Brasil e que não suporta novela nenhuma. Só experimenta e depois me conta.

Me acordem quando essa chateação toda passar.

****

Estrupício, tô concorrendo na categoria ‘Gostosa Internética’ no Judão Tchananã Awards e muito perto da primeira colocada. Clica ali, arrasta a barra de rolagem até quase o finzinho e vota em mim – ou em mim e também em outras gostosas de sua preferência, já que dá votar mais de uma ao mesmo tempo!

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40 Comments on “Boooooooooooooooring”

  1. sérgia Says:

    É… a coisa toda tá muito dificil.
    E ser ‘apenas’ aquilo que realmente nos faz bem
    importa em milhões de explicações dos ‘porquês’.
    e, mais inexplicável ainda, é que temos que explicar
    os ‘porquês’ para pessoas que não significam (ou
    não deveriam significar) absolutamente nada em nossas
    vidas e em nossas decisões.
    Na verdade, o mundo pode até ser de vocês, mas eu
    acho que esse mundo é deveras oneroso. Não dá para
    jogar fora ‘um pouco’ de todo esse peso???
    Mom

  2. Diego Kober Says:

    Nunca liguei pra essa porra… Sempre fiz o que quis, não me estresso com os outros… Mando tomar no cú, e quero mais é que se foda quem não goste!

    E a Rachel é a mais Gostosa da Internet, tem que votar mesmo!!!

  3. Diego Says:

    uhauhauhuaauhauhauhuaha
    O meu chará aí de cima tá com a razao, eu nao ligo para o julgamento das pessoas, normalmente faco o q me dá na telha, mas nao gosto mesmo da veja nem do BBB, mas tbm nao tenho nada contra quem goste.. Eu gosto mto de mcdonalds, apesar do Cheeseburger aqui ser 1 euro (3 real uhauhauha), eu como sempre q vou mochilar e tenho q passar horas em estacoes de trem.
    Ah! Eu gosto de micareta, do tipo: tem festa, tem mulé, tem bebida? to dentro uhauhahauhauh
    e eu uso ORKUT!! (mas tbm tenho o facebook)

    Já votei!!! Alias mais de uma vez!

    bjs

  4. Renata Fern Says:

    Ahhh.. sei lá! Acho que não é muito por aí não! Não participo de nenhuma comunidade virtual, dependendo da novela assisto até o fim e programas estravagantes, alternativos vão de acordo com meu humor e disposição. Faço um monte de coisa comum, independente de ser programa de povão ou maisntream…

    Já votei tb!!! Já ganhou!!!

  5. Bruno S Says:

    Tá se sentindo excluída no mundo por ser a única pessoa que não sabia que a Patrícia Pillar era a malvada da novela?

    Acontece.

    Eu, pelo menos, continuarei me sentindo constrangido com as pessoas que torcem/votam/comemoram vitória no BBB.

  6. Gabi Says:

    Se vc não gosta, leva pedrada, é taxada de elitista…
    Padeci disso agora com o final desse inferno de novela das 8.
    Ahhhh… tb detesto ser muito alternativa… Cansa…

  7. Milena Says:

    Nossa amiga, disse tudo!
    Cansei de ter que ouvir Britney e Rihanna pra ser hype!! Hahahahahahahaha (risada maligna)

  8. henrique Says:

    Sei bem o que e isso!
    Só ouço forro universitário e reggae ( tipo de luiz gonzaga pra baixo), detesno novela e Big Brother, fui fazer um orkut agora, só para mostrar as fotos do meu filho que esta para nascer,e não tenho saco para ir em lugares mega lotados com gente se engalfinhando pra conseguir 50 cm (quadrados, a proposito, como eu coloco o dois em cima do m????)
    de espaço.
    Sou estranho mesmo viu.

  9. Gui Says:

    Rachel,
    realmente concordo com tudo q vc disse!
    mas vai de cada um seguir a moda ou não…

    eu, por exemplo, sempre adorei tudo q é popular e tosco.
    e nunca me achei menos elegante por isso ;)

    beijos!

  10. Fernando Luz Says:

    gostosa.

    Sem mais para o momento.

  11. Ane Bason Says:

    Pois é. Ser cult fake é a pior merda que tem. A gente saca na hora quem é autêntico. E é isso que chama a atenção, que ganha respeito. Ser igual ao resto da manada é coisa de adolescente.
    Saudade de tu!
    Beijocas!

  12. Ane Bason Says:

    Fui lá no Tchananã e votei. Mas tu só vai ganhar pq eu não tô na parada…
    kkkkkkkkkkkk!
    Bj!

  13. Barbosa_Sub Says:

    Dá pra definir muito bem. São inúmeras as representações sociais. E o mais importante nessa história é observar que o indivíduo se aproxima de determinada tribo por sua escolha. Esse fenômeno deixa claro o lance de que “fazemos (todos) sempre aquilo que nos dá na telha”.

    Desta forma arrisco em dizer que existe sim uma tribo nômade. Não gostaria de julgar que essa tribo tem cabeça vazia, menta fraca, é alienada ou coisa do tipo. Acho que a melhor colocação seria de uma tribo onde o objetivo é a indefinição, gostando assim de participar em fases de várias tribos ao longo dos tempos. Se bem que esse “tempos” nem é isso tudo, pois 70 anos é nossa média de vida. Diria que temos pouco tempo pra experimentar e viver de verdade.

    Roots. Assim defino a originalidade, identificação e satisfação pessoal (quase uma auto-realização) daqueles que realmente se encontraram, em suas respectivas tribos.
    Confesso que em alguns momentos cheguei a me incomodar com “Cult fakes”… Mas percebi que era passageiro, mesmo que ainda não tenha acontecido uma evasão total desses fakes, de vez em quando me esbarro com vários deles ainda. Mas é perceptível que eles tão evadindo. Agrada-me muito, pois vejo o sossego da minha tribo chegando novamente. Mais uma vez a convivência será sadia.

    Desculpa o texto muito, mas depois que começo a digitar é punk pra parar.

    Té mais.

    Resposta da Rach: UHAUHAHUAUHAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA
    Nunca tinha visto ninguém maior de 13 anos falar ‘tribo’

  14. Fernando Says:

    bom post, estrupícia. sintetiza um pouco do que é minha vida.

    e porra… vaisifudê… ao mesmo tempo que não suporto nego me criticando porque eu leio veja (“revista mal escrita, redatores presunçoes e anti lula”) e sou fã de música sertaneja (“… :-S”), eu pego no pé pracaraleo de quem assite novela (“tomanocu meo, com 150 canal a cabo você vê a globo!?”), e de quem come macdonald’s (“mas tu é um otário mesmo, com um BK na frente ainda come essa merda”).

    vou me policiar pra não ser o Boooooooooooooooring da história.

    =)

  15. Barbosa_Sub Says:

    Pow… Juraski,

    Sem fronteiras, inculturação e outras coisinhas. Agora… acho (apenas acho) ter inserido essa palavra em meu vocabulário fazem uns anos, talvez dez, quem sabe.

    Pra você ver… Dia desses um amigo me rotulou porque falava “bacana”, diz ele que era antigo e cafona. Daí, o cara foi paquerar uma mina bem novinha e sacou que a “tribo” dela usava o termo “bacana”.

    Termos são como moda, vão e vem. Mas eu gosto do “tribo” independente da idade.

    Té…

    Resposta da Rach: olha só, na minha concepção, não tem nada mais ‘rotulante’ do que falar sobre ‘tribos’. Vc realmente acha que uma pessoa PERTENCE a um grupo? Será que não é ela que se apropria do grupo em função de similaridades e gostos pessoais?

    Outra coisa: mesmo que vc queria MTO defender essa pilha de ‘tribos’ e tal, não dá pra pensar numa pessoa e numa única tribo em que ela se insere. Ok, tem a galera da música, mas e a turma do trabalho? Os amigos da academia? Os de infância? Do trabalho? Do prédio?

    Naah, sua visão tá mto centrada. E seu discursinho de monografia de Psico, hein? ‘Inculturação’?? Aff…


  16. Rachel,

    1 – eu detesto opressões de qualquer ordem, mas nem fudendo eu perderia meu tempo assistindo a BBB ou novelas. E digo isso aos quatro cantos do mundo! Quem me olhar com ar de desaprovação, que se dane, que corte os pulsos, que morda a testa! Não tô nem aí… Não gosto e pronto!

    2 – eu voto nulo. Gostosa só se a minha estivesse concorrendo.

    ;)

    Resposta da Rach: óun, que bonitinho, isso ;)

  17. Barbosa_Sub Says:

    “A pessoa se apropria do grupo por similaridades e gostos pessoais”… foi o que eu disse, em outras palavras, onde todo mundo faz o que dá na telha. Concordamos então… que bom!

    “falar sobre tribos é rotulante”… respeito tua opinião, porém não concordo. Existe uma infinidade de termos rotulantes. Quem rotula na maioria das vezes é o receptor. Eu, você e seu vinzinho, podemos usar qualquer termo, desde que estajamos a vontade pra isso.

    “Quero muito defender pilha de tribos”… nada de defesa Juraski, to aqui porque gostei do papo e do espaço, quero fazer defesa de nada. Se deixo transparecer, desculpe. Cada um cada um…. Né mesmo?!

    “Visão centrada”… Na minha concepção, e pela minha pouca experiência de vida, minha visão tá em 360. Centro é uma coisa que não combina comigo. Vai sacar umdia…

    “Monografia de Psico”… Apensar de correr de monografia e títulos acadêmicos o assunto tá mais pra Socio do que pra Psico…

    “Discursinho”… Putz… Achei que tinha comentado na direção apontada por ti. São palavras de significado igual aplicadas em discursos diferentes apenas… Mas se sai da sintonia, mais uma vez desculpa eu.

    Mais tarde passo ai… Abração

  18. Bruno P. Says:

    que post mais ridículo, quem liga pra opressão só pode ser um idiota escravo da moda – se vc quer ser alternativo e curtir um big brother foda-se, vc deve ter amigos bem lixo

    Faz o que tu queres Pois é tudo Da Lei!

  19. Dona M. Says:

    Odeio toda e qualquer edição de Big Brother.
    Novelas da Globo e de qualquer outra emissora são toscas, mas amo seriados tipo House, Grey’s Anatomy, 24 Hours, That 70’s Show e por aí vai.

    Ah, tenho uma relação de amor e odio com o seu blog, mas votaria em você se, somente se, você fosse homem. Heh.

    Bytheway, boa sorte o//

  20. Larissa; Says:

    ah okiee, o mundo alternativo tá bem aparecidinho agora, direto você vê aquelas bandas que só tocavam no mundo alternativo tocando em rádio, não sou contra o povão, jamaaaaaaaais !
    AMO de monte perder meu vagabundo tempo vendo novela e BBB :D
    e ainda assim sou amante das noites alternativas da vida, é fato temos que ser quem nos queremos ser e do jeito que gostamos, não adianta querer ir na noite alternativa se você gosta daquele pagodão de tarde com feijoada, que no meu caso ás vezes cai bem :D

    hahaha, esse blog é demais !
    Beijos Rach

  21. Evan Says:

    Outro dia lá no trampo falei que a novela tinha umas cenas e umas idéias que só faziam sentido na cabeça do autor e quase fui deportado do país.

  22. Gringo Says:

    “assim, ser alternativo ficou mainstream e, como ninguém quer ser mainstream, o sonho de consumo agora é ser ‘povão’”.

    Perfeita essa frase. Modismo sempre existiu, e sempre existirá. Acredito que, independente do gosto ou comportamento de cada um, o importante é ser você mesmo. Mas infelizmente, a maioria das pessoas estão mais preocupadas em “se inserir em determinado grupo” do que ser original.

    Tudo isso me leva à crer que seja uma coisa positiva. Já que pessoas realmente “únicas” são de fato as mais interessantes, mais difíceis de se encontrar por aí, e consequentemente as mais prazerosas de se conhecer.

    PS: A vencedora da votação vai posar para um ensaio sensual? Haha

  23. Fred Says:

    Tiro certeiro, como sempre.

    ah… votei em vc flw.


  24. Ótima narrativa, arrasou.

    Você é ótima, adorei isso aqui.

    Vou te linkar, deixa?

    :-)

  25. Verônica Says:

    Desculpe-me.. mas a mocinha aí dona do blog tem muito o que aprender ainda..

  26. Verônica Says:

    Parecem exatamente Cult Fakes reclamando de novela e de BBB. Post ruim, comentários estranhos… Seja o que você quer. Conheço gente que morre de vontade de assistir uma comédia bem tosca americana mas prefere falar mal pra fazer tipo. Não estou defendendo esse tipo de material mal feito, mas intelectual chato e arrogante é insuportável…


  27. Rachel, parabéns!
    pra mim, esse é o melhor texto do blog.
    Muito bom mesmo.

    não sei se é “povão” ou “alternativo” só parabenizar… Mas você falou tudo. Melhor nem pontuar mais nada.

    beijãão!

  28. Marcela Ortolan Says:

    Muito bom o texto. Parabéns.
    Pelo menos na blogesfera tenho observado esse movimento que você descreveu. Movimentos pendulos, como na moda, na religião… humanidade, ah, a humanidade!

    E é como o pessoal diz lá onde trabalho: cada um com seu cada um…

    um abraço

  29. Raphael Says:

    Rachel, tá sumida!!! Quando vem ao Rio novamente?

    Resposta da Rach: boa pergunta. Queria eu ir amanhã e ficar pelo menos uns 10 dias :/

  30. Karla Nayra Says:

    Podes crer!

    Ainda tenho uma tese de que ser cult tbm é um lance desses e acho aida que é só mais uma dessas modinhas de tribos e , na boa, odeio esses rótulos. Veja só adoro Zé Saramago, Gael Garcia eeeee Mauricio de Souza. Outra, adoro Bjork, Nina Simone eeeeee Vitor e Léo, pois é nem eu acredito.

    Existe rótulo para isso???
    Existe tribo para isso?
    quem diabos gente com um gosto desses é? a que tribo pertence?

    Ah e as caras de nojo para os meus gostos são tantas que já nem ligo hehe

    Adoro esse tipo de post, dá para refletir sobre o padronizado inconsciente e dá para provocar os que não adimitem hehe

    ta lindo isso aqui!

  31. Estelis Says:

    Afe, ser moderninha dá muito trabalho. Tem que ter muito saco!
    Uma coisa eh ser teenager e ter tempo de ficar fuçando novidade.
    To velha, gosto do que gosto e pronto. Caguei. huhuhu

  32. lordhanzo Says:

    Por isso que eu parei de ligar para o que os outros pensam, seja você mesmo e seja feliz.

  33. Kevin Says:

    Meu, adorei esse texto! Isso me lembra muito São Paulo rsrs… onde nao existe pessoas “não-alternativas” hahaha

    mto legal o post… rs

  34. Caio Blumer Says:

    Eu tinha começado a comentar aqui mas vou ali ver o BBB9 e ja volto…Assim que ele acabar te acordo.

    Ok, mentira, odeio essa merda, mal vi o primeiro.

    É vero: ser “diferente” agora é normal e ser “normal”… é diferente. Esse povo vive com essa dificuldade de achar uma identidade PRA ELES próprios e agora tentam se adequar a identidade que alguém criou e falou que é ‘legal’.

    Logo logo todo mundo quer ser nerd, geek, ir pra Campus Party…mas se bobear, isso é diferente demais, melhor ver quem vai matar quem na novela.


  35. há … eu gosto de BBB ..,..

    :S

  36. Patricia C. Says:

    excelente texto. nunca entendi muito bem o porquê se incomodar com o gosto dos outros.
    teve essa coisa de todo mundo virar alternativo sim. lembra que, sei lá, uns 10 anos atrás ninguém gostava de funk, porque quem gostasse era povão? e daí hoje todo mundo gosta, todo mundo desde quando toca agora eu sou piranha (hahaha eu desço!), então por que hoje é normal e dez anos atrás não era?
    concordo que a maioria hoje gosta de bbb, e admito que me incomodo quando alguém solta que não gosta, mas não é por não gostar, e sim, porque quase sempre o argumento é “programa de gente alienada”, como se um gosto televiso-musical-cinéfilo fosse um carimbo em cima de quem você É.

  37. Ana Valle Says:

    realmente, a maioria dos humanos segue o mesmo esquema dos cardumes…Qualquer coisa que se mova de forma diferente ou apresente peculiaridades, pode ser uma ameaça…..

  38. Chantinon Says:

    Olha… Domingo passado vi um arrastão com 500 marginais. Era um trio elétrico que arrastava umas 3.000 pessoas… Isso quer dizer, que 1/6 disso eram bandidos.
    Isso quer dizer que uma média de 16.6% do povo já se rendeu a violação das leis.
    Parece pouco, mas se considerarmos o jeitinho Gerson de ser… Ou seja, aqueles que ainda não tem coragem para fazer volume no arrastão… Estamos fudidos.

    É moda usar drogas. É hype ficar embreagado só por ficar, já que na TV todo mundo legal toma muita cerveja. É normal não se chocar com mais nada.

    Bons tempos quando eu admirava os rebeldes. Quando rebelde não ia para Shopping colocar Tatoo e Piercing. Quando rebelde não precisava ler revista de moda para saber como é ser rebelde.

    Inclusão Social um caralho… Estão é acabando com o mundo.
    E não venha me falar que hoje as classe inferiores estão por cima… Pq eles continuam por baixo só que mais alienados ainda… pior… estão alienando o resto… E isso é o mainstream.

    E eu que nem queria ser underground, só queria ficar no background, mas hoje tenho um blog. Eu sou um merda mesmo.


  39. Simplesmente adorei! Já tenho vc no twitter, agora vou me antenar por aqui. Because intelligence is still the most powerful aphrodisiac.

    Kisses, hunny!

  40. Juliana Says:

    Por isso eu tô na comunidade: eu faço o que eu quero! Cansei de ser “cool”. Quero mais é ser eu mesma…

    Gostei do blog. Beijos!


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